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 A Camarilla

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MensagemAssunto: A Camarilla   Dom Jun 21, 2015 7:16 am


A Camarilla é a maior seita vampírica, uma organização que, de um modo geral, representa e protege todos os vampiros e de qual tecnicamente qualquer vampiro faz parte. É composta por sete Clãs (ou por seis, dependendo do ano em que se passa a história), mas defende que representa cada vampiro que obedeça suas leis. A mais famosa de suas Tradições (como chamam suas leis) é A Máscara.

Além de prevenir que os mortais, cada vez mais numerosos, descubram sobre a existência dos vampiros, a Camarilla defende o status quo da sociedade dos Membros e, portanto, muito de sua organização e de suas leis reflete a sociedade vampírica da Europa Medieval.

Basicamente, a forma da Camarilla manter a ordem é defendendo as Tradições, que entre outras coisas apoia um sistema feudal de domínios e territórios e o poder e responsabilidade do Senhor sobre suas crias, num sistema muito próximo ao de suserania e vassalagem, o que leva ao fato dos vampiros mais velhos e mais poderosos terem precedência sobre os mais jovens. Tal organização, muitas vezes, gera um grande ressentimento entre os vampiros mais jovens – o que levou inexoravelmente a uma Revolta Anarquista.

A postura dos vampiros da Camarilla em relação aos mortais é totalmente pragmática. Quando a humanidade, na Idade Média, estava ainda na casa de alguns milhões, os vampiros sofreram com a Inquisição, que levou muitos vampiros a encontrar sua Morte Final. Agora que a humanidade está na casa dos bilhões, é importante para os vampiros que se acredite que eles não existam. Mesmo que os vampiros sejam poderosos, existe um grande número de humanos para cada vampiro – sem contar os outros seres sobrenaturais, com seus próprios poderes, propósitos e motivações obscuras para os Membros, que facilmente se voltariam contra eles. Não… melhor deixar que o Rebanho seja docemente conduzido por políticas e manipulações. Afinal, vampiros vivem para sempre, e para sempre é muito tempo para se arriscar.

Assim sendo, a Camarilla defende que os vampiros coexistam pacificamente com os humanos, adotando seus valores éticos e morais para melhor nela se esconder, num jogo de fumaças e espelhos. Não que eles realmente defendam os humanos – mas  não querem apostar sua Imortalidade. Como os Membros são encorajados a se misturar com os mortais e se disfarçar entre eles, mantendo a civilidade e a compostura, acabam por manter certas características humanas, chamada de Caminho da Humanidade. As outras Trilhas de Iluminação raramente são encontradas entre Membros da Camarilla, e geralmente, apenas entre vampiros mais velhos, que já se desligaram completamente da noção do que é ser humano.

A grande maioria dos vampiros não tem mais do que um ou dois séculos e, portanto, não estavam vivos na época em que os míticos Antediluvianos eram poderes ativos no Mundo das Trevas. Embora aprendam sobre Caim e o mito da criação dos vampiros, a maioria dos vampiros modernos zomba dessas lendas para assustar criancinhas da noite, e alguns chegam a procurar modos mais científicos de compreender a existência de sua espécie.

Nascida das chamas da Inquisição e das cinzas da Revolta Anarquista, que ameaçavam o domínio dos vampiros por toda a Europa. Após o ataque ao ancião Ventrue Hardestadt, os que viriam a se tornar os Fundadores da Camarilla reconheceram a necessidade de uma aliança organizacional mundial. Mas, desde o princípio, traições, politicagens e reviravoltas fazem parte do coração morto-vivo da Camarilla, que foi anunciada formalmente em 1435.
 
 
 
 
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MensagemAssunto: Re: A Camarilla   Dom Jun 21, 2015 11:18 am

As Seis Tradições da Camarilla

Um vampiro que vive em uma cidade governada por um príncipe deve aceitar certas responsabilidades em troca dos privilégios da segurança e da estabilidade. Tais responsabilidades são descritas no código conhecido como As Seis Tradições. Apesar de serem chamadas meramente de “Tradições”, são bem mais que isto – são leis. Suas interpretações podem variar de lugar para lugar, mas os Príncipes da Camarilla defendem ferrenhamente sua obrigatoriedade.

Suas origens se perdem no tempo, mas acredita-se que tais leis sejam passadas desde a guerra que acabou com a Segunda Geração de vampiros. Muitos acreditam que o próprio Caim as criou. É um costume que o senhor as recite à criança da noite antes que ela seja reconhecida como neófita.

Muitos vampiros jovens vêem as Tradições como uma forma dos anciões manterem coleiras na Sociedade Cainita e não enxergam a utilidade da Máscara. Obviamente, estas crianças estúpidas nada sabem da época das Fogueiras.

A seguir, As Seis Tradições, como são recitadas pelos anciões:



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